Entrevista Jornal Notícias
- BionicDroid
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Entrevista Jornal Notícias
Esta semana fui contactado para conceder uma entrevista ao Jornal de Notícias, por isso gostava de contar com a vossa opinião bem como sugestões para melhorar o artigo da peça, sei pelas palavras do jornalista que está a entrevistar vários AFOL´s em Portugal e gostaria de contar com a vossa opinião, segue-se o esboço final da minha resposta á entrevista por escrito
1 Quando foi o primeiro contacto com os brinquedos da LEGO®?
O meu primeiro contacto com LEGO® foi por volta dos 8 anos de idade através de um amigo de infância chamado Alexandre Leite da Silva que possuía vários comboios em LEGO® e passávamos horas a fio a fazer e a desfazer novas construções imaginadas por nós, lembro-me que uma das construções que costumava-mos fazer eram as naves, armas lazer e o intercomunicador de mão da famosa série televisiva "espaço 1999" mas também fazíamos veículos e gruas para operarem com a carga transportada pelos comboios, olhando agora para esse passado façilmente conseguimos perceber o potencial que as peças LEGO® tem para o desenvolvimento intelectual de uma criança, se não repare-se, as naves e armas que tentava-mos reproduzir eram um constante desafio á nossa imaginação ao tentar-mos criar uma realidade o mais aproximada possível do mundo real, com as gruas e camiões de transporte estava-mos a dar os primeiros paços na área de logística sem termos ainda a noção da disciplina mas incutindo-nos desde logo para a exploração de uma disciplina que é imprescindível á economia nos dias de hoje, e se quisesse-mos entrar em outras áreas bastava desmanchar-mos tudo e com as mesma peças fazer outro tipo de construções e estaria-mos a abordar novas fronteiras de desenvolvimento intelectual. Um pouco mais tarde recebi de seu Pai (Alfredo Leite da Silva e sua mãe de nome Maria do Carmo) uma das prendas que mais me fascinou e que recordo com alegria. ou seja o meu primeiro LEGO® contendo uma casa moinho de vento com camião de entregas, depois foi a minha mãe que me ofereceu um carrinho empilhador com um reboque para carga, mais tarde tive um carro com caravana também a reboque, recebido por Joana Veiga e Alexandra Veiga, minhas amigas de infância, recebi também de seus pais um camião mas este era de uma marca clone que tentava reproduzir as mesmas peças, mas de todas as vezes que brincava com ele ficava desmoralizado, pois as portas e algumas peças não se seguravam e o brinquedo acabava por ser abandonado e não explorado o que com LEGO® isso não acontece a uma criança, como os recursos eram reduzidos não voltei a ter mais LEGO®, mais tarde conheci um rapaz que tinha montes de barcos e uma vez mais lá estava eu colado ao Zézé e aos seus barcos.
2 Que aspecto é que o prendeu na LEGO®?
Desde logo foi a jogabilidade das peças, isto é se pegarmos em alguns Brick´s de formas mais simples (tijolos em forma de cubo, paralelipedo ou trapézio) deixando de parte as peças com formas mais complexas, tanto podemos de um forma estilizada e simples construir um banco de jardim, como um cão, um menino, uma galinha, mobiliário de casa ou urbano, uma nave espacial, um carro, um robô, etc, tal como um dos slogan's da LEGO® diz " COM LEGO SÓ A TUA IMAGINAÇÃO TEM LIMITES".
Em segundo lugar o que também me prendeu á LEGO® foram as cores utilizadas, os lindos Set's que desenvolve, os manuais de instruções, o design das caixas e isto em criança, como adulto foram todos estes aspectos que referi mais o facto de saber que os produtos desenvolvidos são de altíssima qualidade tanto na durabilidade dos materiais usados, pois tenho alguns Set's com mais de trinta anos e apesar de lhes ter dado muito uso ainda conservam as suas características iniciais, outro aspecto a salientar são os cuidados extremos na utilização de químicos no fabrico das peças, de forma a estas não serem nocivas para as crianças que as manipulam, muitos mais aspectos há a referir tais como protecção das mães trabalhadoras nas suas fábricas, não produzirem Set's militares, etc, etc.
3 Passou pela Dark Age? Quanto tempo durou?
A minha Dark Age durou cerca de 10 anos, pois por volta dos meus 10 anos deixei de fazer construções em LEGO®, até que no ano de 1986, tinha eu 19 anos passei no Centro Comercial Brasília na cidade do Porto e dei de caras com um bazar onde estavam expostos vários conjuntos da linha Technic acabando por ficar fascinado pela mecânica das peças - roldanas, motores, rodas dentadas, como já trabalhava comprei dois Set's de imediato (um karting de linhas radicais e cheio de mecânica automóvel e um conjunto de construções universal).
4 Quando é que tomou contacto com a comunidade de AFOL's portugueses?
Tudo começou após o ano de 1995/6 quando dava os primeiros passos como cibernauta pela internet e reparei que por esse mundo fora existiam centenas de pessoas adultas que faziam construções fabulosas em LEGO®, no ano de 1998/9 tentei conhecer pessoas através do IRC (programa de conversação via internet) com o objectivo de conhecer e reunir entusiastas aqui em Portugal, para isso criei um canal de conversação para o efeito e utilizava Nicknames sugestivos tipo Lego Legotechnic, mas as pessoas em Portugal eram tão poucas com acesso á internet que era difíçil encontrar alguém com os mesmos interesses, após tentativas ocasionais em encontrar AFOL's em Portugal surge na PT-Net no ano de 2000 um rapaz de Lisboa de Nickname - Mindstorms e que possuía também um canal que se chamava Mindstorms e por ideia dele criou-se em Fevereiro de 2001 um grupo de discussão e partilha de ideias na Yahoo Groups ao qual sugeri o nome de GPAL (Grupo Português de Actividades em Lego) que por todos foi aceite, mas por indisponibilidade profissional e tecnológica acabei por não lhe dar muita atenção após a sua criação e nunca mais reencontrei as pessoas que faziam parte desse grupo, por volta do ano 2005 descobri na internet que já existia em Portugal uma associação de entusiastas em chamada PLUG - Associação Portuguesa de Utilizadores de LEGO® e em Fevereiro do ano de 2006 associei-me a esta equipa que tem como objectivos realizar eventos, exposições, convívios, partilha de ideias e apoio aos associados e não associados, actualmente participo no fórum da PLUG e do 0937 que também reúne entusiastas de LEGO®.
5 Tinha ideia da dimensão da comunidade?
A ideia que tenho é que a sua dimensão a nível mundial cresce de dia para dia, se não vejamos, tal como muita gente crescida apenas só ontem tomou conhecimento destas comunidades, certamente amanhã muitas mais virão juntar-se, e irão reviver com entusiasmo as suas construções, uma das coisas que constacto com alegria é
ver que durante todos estes anos as pessoas de uma forma mais ou menos isolada mantiveram acesa essa paixão e hoje partilham-na entre as comunidades
6 Como ilustra a sua paixão pela LEGO®?
Amor á primeira vista sem opção de divórcio até morrer.
7 Considera a LEGO® um brinquedo, um hobby?
Considero mais um brinquedo reconfortante onde só a nossa imaginação tem limites quando construí-mos algo.
8 Quanto costuma gastar, em média, mensalmente com a LEGO®?
Depois de ter contacto físico com as construções da PLUG e de alguns membros do 0937 a média subiu para 50 euros mensais.
9 Consegue descrever numa palavra ou frase a sua paixão pela LEGO®?
Simplesmente apaixonante e divinal.
P.S. Este foi o texto final enviado para o Jornal de Notícias
1 Quando foi o primeiro contacto com os brinquedos da LEGO®?
O meu primeiro contacto com LEGO® foi por volta dos 8 anos de idade através de um amigo de infância chamado Alexandre Leite da Silva que possuía vários comboios em LEGO® e passávamos horas a fio a fazer e a desfazer novas construções imaginadas por nós, lembro-me que uma das construções que costumava-mos fazer eram as naves, armas lazer e o intercomunicador de mão da famosa série televisiva "espaço 1999" mas também fazíamos veículos e gruas para operarem com a carga transportada pelos comboios, olhando agora para esse passado façilmente conseguimos perceber o potencial que as peças LEGO® tem para o desenvolvimento intelectual de uma criança, se não repare-se, as naves e armas que tentava-mos reproduzir eram um constante desafio á nossa imaginação ao tentar-mos criar uma realidade o mais aproximada possível do mundo real, com as gruas e camiões de transporte estava-mos a dar os primeiros paços na área de logística sem termos ainda a noção da disciplina mas incutindo-nos desde logo para a exploração de uma disciplina que é imprescindível á economia nos dias de hoje, e se quisesse-mos entrar em outras áreas bastava desmanchar-mos tudo e com as mesma peças fazer outro tipo de construções e estaria-mos a abordar novas fronteiras de desenvolvimento intelectual. Um pouco mais tarde recebi de seu Pai (Alfredo Leite da Silva e sua mãe de nome Maria do Carmo) uma das prendas que mais me fascinou e que recordo com alegria. ou seja o meu primeiro LEGO® contendo uma casa moinho de vento com camião de entregas, depois foi a minha mãe que me ofereceu um carrinho empilhador com um reboque para carga, mais tarde tive um carro com caravana também a reboque, recebido por Joana Veiga e Alexandra Veiga, minhas amigas de infância, recebi também de seus pais um camião mas este era de uma marca clone que tentava reproduzir as mesmas peças, mas de todas as vezes que brincava com ele ficava desmoralizado, pois as portas e algumas peças não se seguravam e o brinquedo acabava por ser abandonado e não explorado o que com LEGO® isso não acontece a uma criança, como os recursos eram reduzidos não voltei a ter mais LEGO®, mais tarde conheci um rapaz que tinha montes de barcos e uma vez mais lá estava eu colado ao Zézé e aos seus barcos.
2 Que aspecto é que o prendeu na LEGO®?
Desde logo foi a jogabilidade das peças, isto é se pegarmos em alguns Brick´s de formas mais simples (tijolos em forma de cubo, paralelipedo ou trapézio) deixando de parte as peças com formas mais complexas, tanto podemos de um forma estilizada e simples construir um banco de jardim, como um cão, um menino, uma galinha, mobiliário de casa ou urbano, uma nave espacial, um carro, um robô, etc, tal como um dos slogan's da LEGO® diz " COM LEGO SÓ A TUA IMAGINAÇÃO TEM LIMITES".
Em segundo lugar o que também me prendeu á LEGO® foram as cores utilizadas, os lindos Set's que desenvolve, os manuais de instruções, o design das caixas e isto em criança, como adulto foram todos estes aspectos que referi mais o facto de saber que os produtos desenvolvidos são de altíssima qualidade tanto na durabilidade dos materiais usados, pois tenho alguns Set's com mais de trinta anos e apesar de lhes ter dado muito uso ainda conservam as suas características iniciais, outro aspecto a salientar são os cuidados extremos na utilização de químicos no fabrico das peças, de forma a estas não serem nocivas para as crianças que as manipulam, muitos mais aspectos há a referir tais como protecção das mães trabalhadoras nas suas fábricas, não produzirem Set's militares, etc, etc.
3 Passou pela Dark Age? Quanto tempo durou?
A minha Dark Age durou cerca de 10 anos, pois por volta dos meus 10 anos deixei de fazer construções em LEGO®, até que no ano de 1986, tinha eu 19 anos passei no Centro Comercial Brasília na cidade do Porto e dei de caras com um bazar onde estavam expostos vários conjuntos da linha Technic acabando por ficar fascinado pela mecânica das peças - roldanas, motores, rodas dentadas, como já trabalhava comprei dois Set's de imediato (um karting de linhas radicais e cheio de mecânica automóvel e um conjunto de construções universal).
4 Quando é que tomou contacto com a comunidade de AFOL's portugueses?
Tudo começou após o ano de 1995/6 quando dava os primeiros passos como cibernauta pela internet e reparei que por esse mundo fora existiam centenas de pessoas adultas que faziam construções fabulosas em LEGO®, no ano de 1998/9 tentei conhecer pessoas através do IRC (programa de conversação via internet) com o objectivo de conhecer e reunir entusiastas aqui em Portugal, para isso criei um canal de conversação para o efeito e utilizava Nicknames sugestivos tipo Lego Legotechnic, mas as pessoas em Portugal eram tão poucas com acesso á internet que era difíçil encontrar alguém com os mesmos interesses, após tentativas ocasionais em encontrar AFOL's em Portugal surge na PT-Net no ano de 2000 um rapaz de Lisboa de Nickname - Mindstorms e que possuía também um canal que se chamava Mindstorms e por ideia dele criou-se em Fevereiro de 2001 um grupo de discussão e partilha de ideias na Yahoo Groups ao qual sugeri o nome de GPAL (Grupo Português de Actividades em Lego) que por todos foi aceite, mas por indisponibilidade profissional e tecnológica acabei por não lhe dar muita atenção após a sua criação e nunca mais reencontrei as pessoas que faziam parte desse grupo, por volta do ano 2005 descobri na internet que já existia em Portugal uma associação de entusiastas em chamada PLUG - Associação Portuguesa de Utilizadores de LEGO® e em Fevereiro do ano de 2006 associei-me a esta equipa que tem como objectivos realizar eventos, exposições, convívios, partilha de ideias e apoio aos associados e não associados, actualmente participo no fórum da PLUG e do 0937 que também reúne entusiastas de LEGO®.
5 Tinha ideia da dimensão da comunidade?
A ideia que tenho é que a sua dimensão a nível mundial cresce de dia para dia, se não vejamos, tal como muita gente crescida apenas só ontem tomou conhecimento destas comunidades, certamente amanhã muitas mais virão juntar-se, e irão reviver com entusiasmo as suas construções, uma das coisas que constacto com alegria é
ver que durante todos estes anos as pessoas de uma forma mais ou menos isolada mantiveram acesa essa paixão e hoje partilham-na entre as comunidades
6 Como ilustra a sua paixão pela LEGO®?
Amor á primeira vista sem opção de divórcio até morrer.
7 Considera a LEGO® um brinquedo, um hobby?
Considero mais um brinquedo reconfortante onde só a nossa imaginação tem limites quando construí-mos algo.
8 Quanto costuma gastar, em média, mensalmente com a LEGO®?
Depois de ter contacto físico com as construções da PLUG e de alguns membros do 0937 a média subiu para 50 euros mensais.
9 Consegue descrever numa palavra ou frase a sua paixão pela LEGO®?
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P.S. Este foi o texto final enviado para o Jornal de Notícias
Última edição por BionicDroid em 19 mar 2007, 10:45, editado 1 vez no total.
Carlos Ribeiro
Re: Entrevista Jornal Notícias
Está muito bom.
Tens algumas palavras erradas mas, suponho que o jornalista vá corrigí-las. Por exemplo: através e não "atravez". 
Obrigado por menciobnares a PLUG. É sempre bom quando todos remamos para o mesmo lado a fim de divulgarmos o nosso hobbie com verdade.
Farrusco
Obrigado por menciobnares a PLUG. É sempre bom quando todos remamos para o mesmo lado a fim de divulgarmos o nosso hobbie com verdade.
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- DavidAzevedo
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Re: Entrevista Jornal Notícias
Quanto aos erros, acho que a pessoa que escrever isso deve corrigir.
Acho que podias tentar resumir mais. Não sei qual é o espaço que irá ocupar a entrevista mas se estiver limitado vão-te cortar muita coisa.
Acho que podias tentar resumir mais. Não sei qual é o espaço que irá ocupar a entrevista mas se estiver limitado vão-te cortar muita coisa.
- BionicDroid
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Re: Entrevista Jornal Notícias
Obrigado pela observação, mas a extensão do texto foi sugerida pelo próprio jornalista, claro que é de supor que fará um corte ou resumo antes de publicar as entrevistas que fez a vários Afol´s em Portugal, dois deles sei que são, mas quem são os outros?
Carlos Ribeiro
- DavidAzevedo
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Re: Entrevista Jornal Notícias
Dois sabes quem são, mas já estás a contar contigo? E porque pensas que há mais pessoas a serem entrevistadas?
- BionicDroid
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Re: Entrevista Jornal Notícias
A peça jornalistica é sobre comunidades de Afol´s Portugueses e os dois entrevistados além de mim são o Luis e Tânia Baixinho
Carlos Ribeiro
Re: Entrevista Jornal Notícias
A noticia saiu hoje no JN, mas não tem nada a ver com as respostas do Carlos, está mesmo muito resumida. Fala em PlugFest mas não na Plug.
Parabéns ao Carlos e ao Romão por mais este contributo para a visibilidade dos Afols.
podem ler aqui: http://jn.sapo.pt/2007/03/19/sociedade_ ... colec.html
Nuno Lino
Parabéns ao Carlos e ao Romão por mais este contributo para a visibilidade dos Afols.
podem ler aqui: http://jn.sapo.pt/2007/03/19/sociedade_ ... colec.html
Nuno Lino
Sócio Fundador n.º 5 da PLUG


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Re: Entrevista Jornal Notícias
Muito bem!!!
Somos uma comunidade cada vez mais visível
Mas para leigos (disse leigos, não legos, até porque essa é palavra proíbida
), teria sido muito melhor se tivessem traduzido o significado de AFOL (era o mínimo... estes jornalistas...)
Para o comum dos leitores, vai pensar que devem ser uma espécie de extra-terrestres ou UFOs
Somos uma comunidade cada vez mais visível
Mas para leigos (disse leigos, não legos, até porque essa é palavra proíbida
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FCorreia
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Re: Entrevista Jornal Notícias
[quote="Conchas"]
Muito bem!!!
Somos uma comunidade cada vez mais visível
Mas para leigos (disse leigos, não legos, até porque essa é palavra proíbida
), teria sido muito melhor se tivessem traduzido o significado de AFOL (era o mínimo... estes jornalistas...)
Para o comum dos leitores, vai pensar que devem ser uma espécie de extra-terrestres ou UFOs
[/quote]
Mas tem
Ao lado, na versão papel tem uma caixa com curiosidades onde explica o que é um Moc ou um Afol.
Muito bem!!!
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Para o comum dos leitores, vai pensar que devem ser uma espécie de extra-terrestres ou UFOs
[/quote]
Mas tem
Ao lado, na versão papel tem uma caixa com curiosidades onde explica o que é um Moc ou um Afol.
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Re: Entrevista Jornal Notícias
As minhas sinceras desculpas aos editores... apenas vi a versão online 
Este é muitas vezes um dos problemas das edições online. Falta sempre qq coisa...
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FCorreia
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Re: Entrevista Jornal Notícias
Mais uma vez estamos de parabens.

Jnunes
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Re: Entrevista Jornal Notícias
A versão online da notícia está muito fraquinha e com bastante erros, vou ver se amanhã (terça-feira) consigo ver o jornal de "ontem".
De qualquer maneira é sempre bom ver o nosso vício a ser falado na comunicação social.
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Re: Entrevista Jornal Notícias
A versão em papel, pode ser lida aqui
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Re: Entrevista Jornal Notícias
é sempre bom haver estas noticias,com a Lego sempre na maior