Há cerca de 5 anos tinha já o baixo de uma corda e o cordophone, ambos "afináveis" através de um mecasnimo de engrenagem "rack and pionion."
Ainda alimentei ideias de por mais cordas no baixo mas a força que uma corda fazia sobre o braço já era tanta que optei por não me meter em apuros. Além disso para ter 4 cordas teria que refazer o extremo do braço para ter 2 mecanismos de cada lado, muito volumosos... e um mono já aquilo era.
Por isso decidi um cordophone de 4 cordas mais simples, não afinável. Cada uma das 4 cordas levou uns quantos nós até conseguir um tom proximo das cordas de um ukele. O cavaquinho /ou viola braguense? braguesa?) é o antepassado português do ukelele, os nossos migrantes levaram-no para lá algures entre o século XVIII e XIX, por isso podemos chamar a isto um cavaquinho mas desconheço se as cordas seguem o mesmo esquema dos ukeles atuais
Usando cordas de 40L de comprimento o braço foi muito mais fácil de fazer, sem grandes perfeicionismos. Mesmo assim,após 5 anos arrumado num canto, já empenou um bocado... e desafinou muito mais, uma das cordas está agora laça.
Fica o video da altura, em modo acústico e electro-acústico:
e um video da marida, que tem ouvi e paciência, a tocar "havia um pastorzinho" com ele:
e uma foto dele no Oeiras Brincka de 2026, onde o demonstrei talvez meia dúzia de vezes, em ambos os modos.


