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Re: Quase Caloiro...

Enviado: 25 jul 2009, 12:26
por PocasNuckie
O Mínimo é 10, como em qualquer outra avaliação de 0 a 20 valores.

Simplesmente, depois há critérios específicos de como obter esse 10, que são diferentes de disciplina para disciplina.

Por exemplo em TI, a avaliação era :

- Trabalho Prático em Linguagem Assembler - 4 valores
- Exame Teórico - 8 valores
- Exame Prático - 8 valores

A cada uma das "partes" do exame tinhas que tirar mínimos de 35%.

Ou seja, imagina que tens estas notas:

TP - 3,7 valores (foi o que tive)
E. Teórico - 7 valores
E. Prático - 2 valores

Apesar de a soma dar 12,7 (13) e tu pensares que em situação normal estás passado, pois tens mais que 10. Não estás, porque não obtiveste o mínimo de  35% na prática (2,8 valores).

Contas confusas, é certo, mas acho bem assim, que se valorize também e cada vez mais o "saber fazer" e não só o "saber".

Pocas

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 25 jul 2009, 14:46
por Jorge Reis
"saber fazer"

Gostei de te ver falar assim :fixe: :fixe:

Tu tás é de parabéns, aprecio o teu esforço em estudares e manteres aqui o pessoal informado...

Nós queremos engenheiro! vé se andas depressa com o curso, qualquer dia estou como o teu pai, tinha 4 cadeiras para fazer! mas devia ter feito 5 :fixe: :o :o :o :o :o

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 12:11
por Ribatagus
[quote="pesgores"]
[quote="ruialmeida"]
[quote="PocasNuckie"]
Pumba, mais 1 cadeira feita! Tecnologia da Informática com 14 valores!  ;D

Sendo assim, já estou oficialmente no 2º ano lectivo! (E não apenas na 2ª matricula).

Foi mesmo na negra. São precisas 8 cadeiras para passar, e eu fiz exactamente 8.

Pocas
[/quote]
:clapping: parabens  :fixe:

[/quote]

Parabéns :fixe:

Mas 14 numa disciplina é o mínimo para passar? Posso estar muito a Leste do tema, mas parece-me pouco...
[/quote]

nas universidades portuguesas há um efeito estranho que é este: até 14 a escala é proporcional: se sabes para 10 tens 10, se sabes para 11 tens 11... a partir daí é exponencial, ou seja: para teres 14 tens de saber para 15, para teres 15 tens de saber para 18, se queres ter 16 tens de saber para 20... se queres ter 17 tens de saber para 25 (sim, a escala acaba aos 20), ser familiar do professor E ele não pode ter tido menos de 17 no curso dele... para teres 18 tens de saber para  30, teres um professor minimamente decente, e depois de teres tido um teste de um nível excepcional... AINDA TENS DE FAZER ORAL PARA DEFENDER A NOTA (!)

...não é por acaso que RARAS são  as pessoas que conseguem, em Portugal, tirar uma média de curso superior a 16...

a GRANDE parte dos professores declara no início do ano:
"NÃO DOU MAIS DE 16... para terem mais que essa nota têm que saber MAIS que eu!!!".... e cumprem!

Depois tens outros que, numa prova de final de curso, uma dissertação de nível extraordinário, acontece isto (em Coimbra, trabalho final do curso de Engenharia civil, 2008):

"Este trabalho de facto merece de facto um 19... mas se lhe der o 19, você ficará com melhor nota que eu, que sou a pessoa que teve a melhor nota deste curso até hoje... por isso leva o 17 para que a sua média final do curso fique mais baixa que a minha(!)"

Ou então quando vais para Erasmus e tiras lá um "A" ou um "30 em 30"... chegas a Portugal, nas equivalências: "A nota mais alta da turma foi um 15... por isso o seu "A" é um 15 para ficar equilibrado com as notas dos seus colegas "...mesmo que tenhas lá tirado o 100%, levas com a nota "da turma"...

...e assim é o ensino superior Português: professores mal formados, mal motivados, que têm que dar aulas por obrigação... que querem é manter poleiros e tão-se borrifando para os alunos... porque para a progressão da cadeira não é ser bom professor que dá "nota".
Para efeitos de "pontos na carreira": Nº de aprovações e taxa de sucesso não contam para a carreira... Elaborar uma "sebenta" para os alunos dá, digamos, 10 pontos... Fazer um artigo de pesquisa de investigação, de duas páginas, dá... 50 pontos cada um... e dá muito menos trabalho... porque ainda por cima grande parte desse trabalho é feito pelos alunos de mestrado, ou investigadores... que depois o professor relê, assina com o nome dele e publica!  :o

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 12:15
por Conchas
Felizmente não são assim todos os exemplos.

Eu tirei 20 no trabalho final de curso e foi a melhor nota de um TFC no meu curso até então.
Depois desse se i que houve mais um, mas já há muitos anos que quebrei o contacto com esse mundo, portanto não ei o que se tem passado desde então.

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 12:16
por PocasNuckie
Eu digo sempre aos professores: "Se vir uma nota superior a 18, meta 17 que eu não me importo! Não quero é mais defesas...!"  :P

Pocas

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 12:23
por Ribatagus
[quote="PocasNuckie"]
Eu digo sempre aos professores: "Se vir uma nota superior a 18, meta 17 que eu não me importo! Não quero é mais defesas...!"  :P

Pocas
[/quote]

...Pois, lá está... Porque é que um aluno, por ter uma nota superior, por ser efectivamente melhor, tem que prová-lo mais que os outros, salvo suspeita de fraude (cábulas, etc)? não tem nexo! O que acontece é este efeito que descreves: "já tou tão farto disto que prefiro ter menor nota que partir ainda mais a minha cabeça"... este derrotismo não favorece a excelência em nada...  :notcool:

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 12:41
por Alex
[quote="Ribatagus"]

"Este trabalho de facto merece de facto um 19... mas se lhe der o 19, você ficará com melhor nota que eu, que sou a pessoa que teve a melhor nota deste curso até hoje... por isso leva o 17 para que a sua média final do curso fique mais baixa que a minha(!)"
[/quote]

Isso deve variar de escola para escola, provavelmente deve acontecer nas Universidades com mais nome (leia-se com mais profs "vips" - Marcelo Rebelo de Sousa por exemplo).

No meu curso já tirei alguns 19's , e as notas foram sempre dadas de acordo com a média das varias avaliações. O único prof que disse que nunca tinha dado mais de 18 lixou-se porque teve um aluno que tirou 19.1 no exame... e foi obrigado a dar essa nota :P


Relativamente ao programa Erasmus, sinceramente não percebo algumas coisas... é um programa que por um lado até devia ser obrigatória porque é uma experiência única, mas não entendo como é que gajos burros que nem uma porta, com 10 cadeiras em atraso, vão para fora e quando voltam tem tudo feito com grandes notas...  ::)

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 14:35
por Suntzu
[quote="Ribatagus"]
[quote="PocasNuckie"]
Eu digo sempre aos professores: "Se vir uma nota superior a 18, meta 17 que eu não me importo! Não quero é mais defesas...!"  :P

Pocas
[/quote]

...Pois, lá está... Porque é que um aluno, por ter uma nota superior, por ser efectivamente melhor, tem que prová-lo mais que os outros, salvo suspeita de fraude (cábulas, etc)? não tem nexo! O que acontece é este efeito que descreves: "já tou tão farto disto que prefiro ter menor nota que partir ainda mais a minha cabeça"... este derrotismo não favorece a excelência em nada...  :notcool:

[/quote]

A defesa de nota elevadas em universidade é normal e não se deve a teimosia dos professores.

É uma ferramenta para detectarem pessoas com capacidades acima da média candidatas a prosseguirem investigação por exemplo.

Pelo menos era assim no meu tempo...

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 14:44
por PocasNuckie
Eu acho que isso deve ser feito, eu é que simplesmente não me quero chatear com isso. Tomara eu ter 17 a todas as disciplinas.

Pocas

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 14:45
por gads
Para ser sincero, o que o Ribatagus contou não vi aplicado no meu curso no IST.

Continua sim, a existir a defesa de nota em algumas disciplinas quando tens um exame superior a 18 e até pode fazer algum sentido para verificar se realmente se sabias o que estavas a fazer ou se espreitaste para o colega do lado.
Nas disciplinas que só tem um ponto de avaliação (exame) poderá fazer sentido, noutras em que o prof. poderá avaliar o desempenho do aluno com outros trabalhos penso que já terá pouco significado fazer mais um oral.

No entanto, não assisti a nenhum caso em que um prof se recusasse a dar boa nota só porque não lhe apetecia.

Confesso no entanto, que o nível de exigência (não confundir com injustiças) era muito superior ao praticado no estrangeiro. Quando colegas meus embarcaram no programa erasmus as notas que tiveram noutras escolas foram de forma geral superiores às obtidas cá.

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 14:48
por pesgores
Ó gente, apetece-me ir fazer o secundário para o estrangeiro. Custa muito entrar em Harvard?  ;D

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 15:43
por Ribatagus
[quote="Alex"]

Relativamente ao programa Erasmus, (...) não entendo como é que gajos burros que nem uma porta, com 10 cadeiras em atraso, vão para fora e quando voltam tem tudo feito com grandes notas...  ::)
[/quote]

é fácil de entender para quem esteve lá fora: As cadeiras são dadas como deve ser, com material, com sebentas organizadas, com horários decentes...que te dão hipótese de estudar, analisar, contemplar a matéria... e ainda teres tempo para arrumar a casa, passear, sair à noite...

Vejamos como são "distribuídas" as 40h/semana:
- em portugal tive sempre uma carga horária de aulas superior a 26h/dia de aulas, mais de metade teóricas... essas teóricas eram para despejar matéria, os professores não fazem sebentas, alguns nem os acetatos que passam na aula disponibilizam... as aulas são secas de despejo de matéria, de forma absolutamente teórica, sem qualquer espaço para intervenção dos alunos...duravam 2 a 3 horas, sendo seguido por OUTRA sessão de 2 ou 3h de outra matéria... ao final da 3º hora, o café era a única coisa que mantinha os olhos abertos... e por vezes não chegava.

O resto do tempo (as tais 15h/semana), dividido pelas 8 cadeiras, dará menos de 2h/cadeira... considerando que cada cadeira, em média, deve ser dedicado 4h, então essas 15h passam a 30h/semana dedicado ao estudo pessoal... logo, a semana passa a 55h/semana...
...A juntar a este, mete-se os trabalhos de grupo e/ou individuais que consomem cerca de 2h por cadeira, por semana... o que já dá nas contas uma semana com mais de 70h/semana.... ou seja, 15h/dia...

...ora, se devemos, para além disto tudo:
- Dormir (pelo menos) 6h/dia
- Almoçar e jantar, 2h/dia
- Cuidar da vida pessoal, da casa, roupa... 1h/dia

...é impressão minha ou isto já vai em 26h/dia? ??? ??? ???

No tempo que resta depois disto tudo, podemos:
- socializar
- dedicarmo-nos aos hobbys, desporto, etc
...

Depois temos a época de exames:
- reúne em menos de um mês os exames de 6, 8, 10 cadeiras distintas... Como aluno, porque o espaço de tempo era curto, fazia opções: dedicava-me a alguns capitulos, na esperança de serem esses que o exame fosse sobre essa matéria. Às vezes corria bem, outras não...

...e num país como o nosso, onde as temperaturas em julho atingem os 30º, onde o calor torna complicado ter a cabeça fria para estudar... temos que estar agarrados aos livros praticamente até agosto,  sem poder aproveitar esse bom tempo...

- Na Suécia, onde fiz Erasmus, tinha 8h/aula por semana... Entendia-se que os alunos não devem ir para as aulas para "ler matéria", mas que esta deve vir estudada e as aulas devem ser para discussão dessa mesma matéria, apresentação de casos práticos onde aplicar a teoria estudada, etc...

Foi complicado assimilar esta forma, já que, como hábito, fui para as primeiras aulas de caderno na mão pronto a "escriturar" tudo o que se dizia, mas nada estava a ser despejado... Mas rapidamente percebi como as coisas funcionavam, tive um professor muito atencioso que me ajudou bastante (espera, um professor ajudar? que coisa estranha!)

...acabei por me integrar bastante bem, habituar-me a ler os capítulos todos antes da aula, para naquelas 2h fazer-se um debate construtivo! Fora disso, para além da leitura (100 a 200 páginas/dia), fazer análises de casos, entre outras rotinas de estudo que se provaram ser bastante eficientes...

Conseguia intercalar os estudos com outras actividades, tanto que integrei a rádio da associação académica, todas as noites dava uma voltinha, fazia desporto diariamente...

O resultado disto? a motivação era bastante boa, a dedicação era total, a paixão pelo estudo apareceu-me... coisa que nunca me tinha acontecido (!) As notas não só subiram como foram excelentes, os meus trabalhos receberam louvores... no entanto recebi uma série de críticas, nomeadamente o meu excesso de zelo pelas apresentações, encadernações, alinhamentos, etc... "Para que é que estás a perder tempo com este cuidado todo com a apresentação, se o que importa é o conteúdo"? Se te apetecer até podes entregar isto escrito a lápis(!)   :o

...depois os exames... ai os exames... Sim, muuuuito mais puxados que os nossos! 4 ou 5h a despejar tudo o que é possível e às vezes o tempo não chegava!!!
Mas também... vamos muuuito mais preparados para eles! Toda a matéria está devidamente assinalada, sabes exactamente o que estudar antes do exame, se assim o quiseres!

Isto é nos exames "normais"... Porque também havia os exames 24h:
Tens uma tarefa a fazer, o enunciado é-te entregue ás 15h de um dia... tens até às 15h do dia seguinte para entregar. Na prática, é um exame de consulta, mas que o estás a fazer fora.

Obriga-te a organizares os teus apontamentos, notas, bibliografia... Podes até entrar em contacto com os colegas e trocar ideias... mas o enunciado não é igual para todos, e mesmo sendo igual, ou lhe dás o cunho pessoal, ou focas em coisas diferentes, ou se forem semelhantes demais, é zero para ambos...
É uma maratona de pensamento, mas que te dá uma "pica" descomunal: ganhas "estofo" para nos momentos em que um prazo tá curto, te organizares de forma a entregar algo realmente bem feito!

Mas em vez de termos um mês intensivo de exames... As cadeiras duram 2 meses, só tens duas cadeiras de cada vez. O exame é feito no final desse período, és testado, és aprovado e segues para a disciplina seguinte! Na prática, tens dois exames a cada dois meses. Isto permite-te manter a rotina de preparação para os exames, ao contrário do que cá se passa, com exames a cada 6 meses, todos de uma assentada.

Podes dedicar-te a todos os capítulos da disciplina, sem precisar de fazer o dito sorteio que se faz em Portugal...

Esta especialização e dedicação permite-te aprofundar muito mais do que o habitual, dá-te capacidade de consolidar os conhecimentos todos... e se a disciplina não for aquilo que esperavas, ou não gostaste... não há problema! Não existem, tal como cá, currículos "fixos"... és tu que escolhes o teu currículo, do qual podes optar por uma série de opções diferentes, desde o primeiro ano... no final tens é que obrigatoriamente ter "N" cadeiras do grupo "X" para transitares de ano.

As notas? é muito métrico! "o Exame é feito para 20... respondeste a tudo, respondeste bem... 20... não há discussão possível..." Não há cá orais de defesa, nem nada que se pareça. O que há é "se queres ser um aluno do quadro de honra, podes ter que fazer uma oral para o provares"... mas o quadro de honra é um título honorífico, não conta para as notas....

...Os professores são avaliados pela forma como dão as aulas e pela taxa de sucesso dos alunos...e essa avaliação tem um peso enooorme na "nota" do professor, assim como a "sebenta"... se um professor tem uma taxa de reprovação superior ao normal expectável, é recomendado a alterar os padrões, a forma de leccionar...
Se mesmo assim a cadeira não melhora, a disciplina é retirada do currículo, sendo absorvida pelas outras. Reabre depois com um novo professor e um novo plano curricular.

Pode parecer um bocado bruto, mas a verdade é que resulta: os professores têm um compromisso de excelência que cumprem... por isso o efeito não é "facilitar a passagem" mas sim "facilitar a aprendizagem"...

Outra coisa importante: o ano começa a 1 de Setembro e acaba a 15 de Junho!
Não há mais nada entre esse período: os jovens são motivados a terem trabalhos de verão, desde cuidar de pessoas idosas num lar, limpeza de florestas... até estágios de verão em empresas, onde podem aplicar os conhecimentos adquiridos durante o ano... Estes estágios duram 2 meses, são óptimos para as empresas não só para compensar a força laboral durante as férias, mas também para porem à prova os alunos, terem ideias novas na empresa, habituar os jovens a saber para que serve tudo aquilo que estudaram... E no fim do curso, os empresários já testaram os potenciais empregados...  as contratações são muito facilitadas, muitos são os que já têm emprego garantido e ainda nem acabaram o curso! :fixe:

A conclusão que tiro é que não é "mais fácil" no estrangeiro que cá... O que acontece é que consegues organizar-te muito melhor! O resultado está claramente nas notas de Erasmus que todo o aluno "médio" passa a "extraordinário" no ano em que está no estrangeiro...

Não sei se o sistema é totalmente melhor que o nosso, mas a verdade é que um curso de 3 anos tira-se em 3, um de 4 em 4 anos, e aí sucessivamente... os que tiram o curso nos anos estipulados, de uma assentada, são a excepção e não a regra.

Os alunos saem da universidade com uma compreensão do mundo do trabalho e com hábitos e rotinas que a maioria de nós não tem... São pontuais, fiáveis, eficientes... Nós saímos desenrascados, polivalentes, versáteis... mas tecnicamente fracos e pouco eficientes no trabalho.

Creio que um equilíbrio entre as duas formas seria o ideal para nós, portugueses. Há coisas muito boas que podemos implementar por cá que não perdíamos nada com isso! Mas é preciso que se alterem mentalidades e rotinas há muito consolidadas, que já mostraram que não são as mais adequadas...

edit: desculpem o testamento... mas depois de ter visto como é possível ser feliz e estudar ao mesmo tempo, revolta-me ver as macacadas que se fazem na educação formação em Portugal... Temos tudo para conseguirmos ser BONS... mas parece-me a mim que o sistema implementado está feito para nos lixar a todo o custo, ao invés de nos ajudar... é uma sensação de "estado policial" em vez de "estado motivador"...

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 16:20
por pesgores
Que trabalhão, mas vejo que compensa e é fixe. Quero ir para a Suécia!!! ;D

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 16:24
por Ribatagus
[quote="pesgores"]
Que trabalhão, mas vejo que compensa e é fixe. Quero ir para a Suécia!!! ;D
[/quote]
Finlândia, Dinamarca, Alemanha, e se não me engano Itália era a mesma coisa (sobre Itália, que diga o meu irmão, que esteve lá)... todos trabalham de forma semelhante... ANTES do acordo de Bolonha. Desconfio que agora, depois de Bolonha, ainda esteja mais uniformizado a nível europeu... só em Portugal é que a "transição" deu tanta confusão, tanto problema, tanta esquesitice, para uma coisa que pretende ser simplificada e uniformizada... Porque os professores viram a sua "mama" ameaçada... tinham que passar a ser professores, o que para eles é de facto muuuito complicado!

Re: Quase Caloiro...

Enviado: 27 jul 2009, 16:33
por pesgores
Aff, penso nisso daqui a uns anos, agora tenho é de aproveitar o LEGO e o PC...