MOC - Explorador Mk. II
Enviado: 30 jun 2008, 00:28
Aqui está uma proposta do consórcio independente AVC Machinery & Robotics para a Federação Legolândica expandir as suas operações na Base Omega.
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Baseado no Explorador Mk. I, o Explorador Mk. II usa o mesmo chassis, que demonstrou a sua eficácia em terrenos moderadamente acidentados. Um dos problemas relatados com o Mk. I, a sua lentidão, foi resolvido substituindo os motores Type 2 por outros Type 1, permitindo uma velocidade de cruzeiro maior, à custa de uma perda de torque máximo.
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Visto que este é um veículo destinado à exploração, o campo visual do piloto foi também grandemente melhorado com um cockpit completamente redesenhado. No entanto, o novo desenho de cockpit obrigou à implementação de um conjunto de controlos diferente, pelo que os pilotos com formação no Mk. I terão de se submeter a nova sessão de treino.
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Para melhorar o trabalho de navegação e comunicações e ao mesmo tempo diminuir a carga de trabalho do piloto, a tripulação do Mk. II foi aumentada para dois, com o piloto/operador a ser complementado com o navegador/investigador. Este dispõe de um compartimento próprio, isolado do do piloto, que pode abrir-se facilmente e desdobrar uma rampa para acesso rápido ao exterior.
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Para análise e manipulação de objectos potencialmente perigosos, foi acrescentado um braço articulado no veículo. Este pode ser dobrado para trás, mantendo as dimensões do veículo reduzidas quando não é necessário. Pequenas amostras de material podem também ser armazenadas a bordo para transporte para a Base Omega para análise.
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Como se verificou que por vezes o ambiente era demasiado hostil mesmo para astronautas experientes em fatos pressurizados, o Mk. II inclui também a bordo um robot Cyclops I, de baixo custo e manutenção fácil. Ele é transportado no exterior do veículo para não expor a tripulação ao ambiente quando é activado ou desactivado.
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Apesar da boa fiabilidade dos sistemas do Mk. I, por vezes os seus pilotos queixavam-se de avarias ocasionais no terreno, que requereram missões de salvamento e que seriam fáceis de resolver se houvesse ferramentas a bordo. Prevendo uma situação idêntica com o Mk. II, o designer-chefe Alexandre Campos incluiu um compartimento de ferramentas para pequenos reparos ou auxílio na investigação.
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Por fim, eis uma pré-visualização do Mk. II nas cores da Federação Legolândica, ao lado do seu antecessor:
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Outras imagens do veículo estão disponíveis para avaliação nesta localização.
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Baseado no Explorador Mk. I, o Explorador Mk. II usa o mesmo chassis, que demonstrou a sua eficácia em terrenos moderadamente acidentados. Um dos problemas relatados com o Mk. I, a sua lentidão, foi resolvido substituindo os motores Type 2 por outros Type 1, permitindo uma velocidade de cruzeiro maior, à custa de uma perda de torque máximo.
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Visto que este é um veículo destinado à exploração, o campo visual do piloto foi também grandemente melhorado com um cockpit completamente redesenhado. No entanto, o novo desenho de cockpit obrigou à implementação de um conjunto de controlos diferente, pelo que os pilotos com formação no Mk. I terão de se submeter a nova sessão de treino.
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Para melhorar o trabalho de navegação e comunicações e ao mesmo tempo diminuir a carga de trabalho do piloto, a tripulação do Mk. II foi aumentada para dois, com o piloto/operador a ser complementado com o navegador/investigador. Este dispõe de um compartimento próprio, isolado do do piloto, que pode abrir-se facilmente e desdobrar uma rampa para acesso rápido ao exterior.
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Para análise e manipulação de objectos potencialmente perigosos, foi acrescentado um braço articulado no veículo. Este pode ser dobrado para trás, mantendo as dimensões do veículo reduzidas quando não é necessário. Pequenas amostras de material podem também ser armazenadas a bordo para transporte para a Base Omega para análise.
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Como se verificou que por vezes o ambiente era demasiado hostil mesmo para astronautas experientes em fatos pressurizados, o Mk. II inclui também a bordo um robot Cyclops I, de baixo custo e manutenção fácil. Ele é transportado no exterior do veículo para não expor a tripulação ao ambiente quando é activado ou desactivado.
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Apesar da boa fiabilidade dos sistemas do Mk. I, por vezes os seus pilotos queixavam-se de avarias ocasionais no terreno, que requereram missões de salvamento e que seriam fáceis de resolver se houvesse ferramentas a bordo. Prevendo uma situação idêntica com o Mk. II, o designer-chefe Alexandre Campos incluiu um compartimento de ferramentas para pequenos reparos ou auxílio na investigação.
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Por fim, eis uma pré-visualização do Mk. II nas cores da Federação Legolândica, ao lado do seu antecessor:
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Outras imagens do veículo estão disponíveis para avaliação nesta localização.
