Olá
Eu também ando a juntar motores, neste caso dois XL a um único eixo.
Como estava preocupado em que um motor pudesse estar a forçar o outro (diferença de rotação por motivos de construção, energia eléctrica, etc) resolvi experimentar um diferencial de forma pouco ortodoxa.
Cada um dos eixos de “saída” tinham um motor, e o corpo do diferencial com a roda principal era o meu eixo de saída.
Teste:
1- motores em sentido oposto de marcha: o diferencial praticamente não se mexia, a rotação, com os motores alimentados pela mesma caixa de pilhas não deu diferença de rotação.
2- Motores com o mesmo sentido da marcha com construção de pernas para o ar: nunca vi um diferencial a andar tão depressa! Um sucesso em potência!
3- Motores com o mesmo sentido e rodas do veiculo no chão: explosão de lego… infelizmente no sentido literal da expressão! Uma das 3 rodas dentadas do diferencial explodiu e fui encontrar destroços a 3 cantos da divisão!
Conclusão:
Lembrei-me imediatamente de um post do Conchas que falava do respeito pelas limitações das peças e dos eu objectivo (a propósito de peças costumizadas a metal) e enfiei o barrete até aos loelhos!
Evitar fazer transmissões a 90º, é onde a construção e rodas dentadas são mais frágeis! Usar eixos curtos e preferir as ligações. Usar desmultiplicação para aumentar o potência e poder arrastar mais peso!
O efeito da adição vale a pena!
Tal como o Spider-man: “ Com grande poder, vem uma grande responsabilidade!”

Espero para o ano poder mostra “o poder”!!
Até lá abraço e espero ter ajudado!

Pedro Pebrick