Dicas vindas dum nabo para TechBall e Truck Trial
Enviado: 14 mai 2011, 02:14
Com vista a incentivar a criação de MOCs para aparecer na BRInCKa, resolvi pôr por palavras e bonecos o pouco conhecimento teórico que tenho acerca deste tipo de MOCs... 
Primeiro que tudo, há-que lembrar sempre que é preciso reforçar tudo! Ao contrário dos sets de exposição, este tipo de MOCs vai andar aos trambolhões. Portanto, qualquer hipótese que o MOC tenha de se desmanchar vai ocorrer mais cedo ou mais tarde.
Depois, há o princípio KISS: keep it simple, stupid!
Simplificar os mecanismos o mais possível, para minimizar os pontos em que o Murphy há-de meter a mão e contribuir para a robustez que já descrevi.
Na medida do possível, convém usar engrenagens "double bevel" (ao fundo na imagem), que são as que mais se vêm nos sets Technic recentes. As antigas (em primeiro plano na imagem) têm dentes muito mais frágeis, e, com acelerações e travagens, também têm tendência a saltar dentes e "arranhar". Quem ouviu o meu TB1 a andar na Lourinhã '09 sabe do que falo.
Para ser impossível saltar dentes, pode-se usar knob wheels como a meio na imagem. São excelentes para transmitir muita força, mas também impõem muito atrito e, tendo uma área de contacto entre elas muito grande, desgastam-se bastante.
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Portanto, idealmente o melhor é não ter mesmo engrenagens! Fica um mecanismo mais simples (e robusto), que não sofre tanto desgaste. Por isso é que, no TB3 e no TB4, liguei directamente os motores às lagartas. A desvantagem é que é mais difícil afinar a velocidade pretendida: é preciso ter em conta a velocidade do motor e o diâmetro das rodas a que ele liga. No caso particular do TechBall, há outra limitação: como o MOC não deve ultrapassar 20 studs de largura e os motores ficam costas-com-costas, não sobra muita largura para as rodas.
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Quanto ao Truck Trial, exactamente por causa da robustez, não recomendo usar suspensões de molas. Como a Jennifer Clark diz, para as velocidades que se atinge e a ausência de passageiros humanos, uma suspensão pendular é bem melhor. Como em princípio o eixo dianteiro já tem tracção e direcção, fazê-lo pendular poderá complicar o design... por isso a alternativa e "pendularizar" o eixo traseiro, que só tem tracção. Uma possibilidade que enjorquei é a seguinte. Há que reparar que, para se poder usar diferenciais, é essencial que todas as rodas assentem sempre! É aqui que a suspensão pendular ajuda bastante.
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Não tendo peças especiais para tracção e direcção (como esta), pode-se à mesma construir um mecanismo de direcção que transmite movimento às rodas! Não fica tão compacto (e tem mais por onde avariar), mas quem não tem cão caça com gato.
Por acaso aconteceu este estrutura poder ser também pendular, se for montada de modo a articular sobre o eixo de tracção (atrás) e o de direcção (à frente)-
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Quanto ao TechBall, pessoalmente, quando crio um veículo novo, começo sempre por colocar uma "baliza" quadrada com um espaço interno de 20x20 studs, dentro do qual vou desenvolvendo o MOC. Para mim esta é a regra mais limitativa do TechBall, e a que condiciona o resto.
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Uma dica para o TechBall: para agarrar bem a bola, ajuda bastante o veículo ser em forma de U. Os componentes mecânicos e estruturais têm de ficar comprimidos à volta desse U e é mais complicado ter uma estrutura forte, mas assim a bola não se escapa tão facilmente.
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Qualquer dúvida, disponham! Estes exemplos são só ilustrativos e não os experimentei na prática, por isso é melhor não os usarem tal como estão.
Para além disso, não tenho experiência quase nenhuma nestas modalidades (só um pouco mais no TechBall), portanto estes conceitos podem na prática estar errados.
Primeiro que tudo, há-que lembrar sempre que é preciso reforçar tudo! Ao contrário dos sets de exposição, este tipo de MOCs vai andar aos trambolhões. Portanto, qualquer hipótese que o MOC tenha de se desmanchar vai ocorrer mais cedo ou mais tarde.
Depois, há o princípio KISS: keep it simple, stupid!
Na medida do possível, convém usar engrenagens "double bevel" (ao fundo na imagem), que são as que mais se vêm nos sets Technic recentes. As antigas (em primeiro plano na imagem) têm dentes muito mais frágeis, e, com acelerações e travagens, também têm tendência a saltar dentes e "arranhar". Quem ouviu o meu TB1 a andar na Lourinhã '09 sabe do que falo.
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[/align]Portanto, idealmente o melhor é não ter mesmo engrenagens! Fica um mecanismo mais simples (e robusto), que não sofre tanto desgaste. Por isso é que, no TB3 e no TB4, liguei directamente os motores às lagartas. A desvantagem é que é mais difícil afinar a velocidade pretendida: é preciso ter em conta a velocidade do motor e o diâmetro das rodas a que ele liga. No caso particular do TechBall, há outra limitação: como o MOC não deve ultrapassar 20 studs de largura e os motores ficam costas-com-costas, não sobra muita largura para as rodas.
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[/align]Quanto ao Truck Trial, exactamente por causa da robustez, não recomendo usar suspensões de molas. Como a Jennifer Clark diz, para as velocidades que se atinge e a ausência de passageiros humanos, uma suspensão pendular é bem melhor. Como em princípio o eixo dianteiro já tem tracção e direcção, fazê-lo pendular poderá complicar o design... por isso a alternativa e "pendularizar" o eixo traseiro, que só tem tracção. Uma possibilidade que enjorquei é a seguinte. Há que reparar que, para se poder usar diferenciais, é essencial que todas as rodas assentem sempre! É aqui que a suspensão pendular ajuda bastante.
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[/align]Não tendo peças especiais para tracção e direcção (como esta), pode-se à mesma construir um mecanismo de direcção que transmite movimento às rodas! Não fica tão compacto (e tem mais por onde avariar), mas quem não tem cão caça com gato.
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[/align]Quanto ao TechBall, pessoalmente, quando crio um veículo novo, começo sempre por colocar uma "baliza" quadrada com um espaço interno de 20x20 studs, dentro do qual vou desenvolvendo o MOC. Para mim esta é a regra mais limitativa do TechBall, e a que condiciona o resto.
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[/align]Uma dica para o TechBall: para agarrar bem a bola, ajuda bastante o veículo ser em forma de U. Os componentes mecânicos e estruturais têm de ficar comprimidos à volta desse U e é mais complicado ter uma estrutura forte, mas assim a bola não se escapa tão facilmente.
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[/align]Qualquer dúvida, disponham! Estes exemplos são só ilustrativos e não os experimentei na prática, por isso é melhor não os usarem tal como estão.
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