agadoijo Escreveu:
Hmm... Continuo a ter algumas questões "existenciais".
É bom sinal
Como é que os átomos se vão ligar de forma a passar "energia" de um para o outro?
Ou é suposto cada átomo ser completamente autónomo? Se sim, então se tivermos 15 átomos vamos ter 15 cabos a sair de cada um?
Não sabemos, nesta fase não estamos preocupados com isso.
Ou seja, são independentes.
Mas não autónomos já que sim, precisam de receber energia do exterior.
A ideia, quando me ocorreu para Paredes de Coura o ano passado, era 15 cabos a sair de cada um, eventualmente "daisy chainned" (átomo 1 passa para 2 que passa para 3) mas depois cheguei à conclusão que se tivessemos muitos átomos o primeiro ia receber uma quantidade exorbitante de energia e provavelmente queimava além de ser um "single point of failure" e se um átomo falhar os seguintes na cadeia de transmissão falham todos.
Neste momento a ideia não obriga o átomo a ter cabo, só precisa de receber energia do exterior. Claro que cabo é a forma mais simples e todos os átomos que vou fazer nos próximos tempos terão cabo mas já não "daisy chain" e sim "hub and spoke" (vários cabos ligam a um ponto comum no exterior, estilo cada 6 átomos, e depois cada ponto comum liga a uma fonte de energia suficientemente potente).
A alternativa ao cabo (e que mais para a frente tb irei mostrat) é usar "energias alternativas" - como um átomo receber vento de outro átomo ou movimento mecânico. Mas isso é numa segunda fase.
O átomo do "Ruah", o balão está cá fora... mas é suposto estar dentro do átomo certo? Ao ficar lá dentro, não achas os átomos um pouco pequenos?
Certíssimo. Em 2 horas foi o que deu.
A questão do tamanho do átomo é interessante... quando escollhi 21x21x21 achei que seria grande demais mas precisava desse tamanho para garantir que cabia lá um Mindstorms para coisas mais complexas. Não queria muito grande para não ficar extremamente caro em peças (mesmo assim já não é barato).
Num evento, 4 ou 5 átomos 21
3 apenas fica efectivamente modesto. A minha ilusão é que uma dúzia de átomos a mexerem-se, a fazer barulho ou a piscar luzes já não seja assim tão modesto.
Além disso os átomos devem ser transportáveis... muito maiores que isto fica complicado.
O espaço interior (14x14x14) não parece muito mas com jeitinho ainda dá para muita traquitana.
Mas como no GBC pode-se sempre contornar a norma sem a violar: se quiseres fazer um átomo maior basta fazeres 2 e removeres a as 2 faces comuns. Ou 3, ou 4... desde que a conexão aos restantes átomos d'A Coisa seja pelo equivalente a um "átomo padrão", estás na boa.
Ainda a respeito do balão, a minha ideia até é colocá-lo lá dentro. Mas não tem de ser: as faces não ligadas a outros átomos podem ser "janelas" para o exterior e o balão pode expandir para fora (ou podem fazer um átomo com janelas ou portinholas que abrem para fora, como por exemplo um relógio de cuco).
Quase qualquer tipo de montagem é possível, não quero impor limitações.