Nas exposições das Caldas da Raínha e de Coimbra, estive com um constructor de quem gosto muito, Nuno Caravaca aka "nuno2500", ex-membro da 0937, que construiu uma automotora da CP que fazia a linha Lousã-Coimbra com o sistema PUP
Daí inspirei-me de fazer o mesmo, em versão futuristica
Monorail Power UP

Por não ter o sensor luz/movimento fiz a pista com 3 metros, para depois controlar o movimento do monorail, através do tempo
Deu certo, até as baterias ficarem a meio. Depois a velocidade para a frente (puxar a bateria) era superior à velocidade a recuar (empurrar a bateria)....uns toques na velocidade (maior para trás, menor para a frente) e a coisa lá foi dando

Por não ter curvas para fazer o tamanho (distância de eixos) das carruagens pode ser maior
Agora é comprar o sensor , e em vez de estar sempre a acertar o tempo/velocidade, o sensor irá ler dois pontos,um no inicio e outro no fim, e fará a paragem do monorail, independente da carga das baterias !!
Em comparação com o outro monorail em power functions, este tem a suas vantagens. A maior desvantagem é necessitar que o telemóvel /tablet esteja sempre ligado , o que gasta a bateria num instante.
Ou se o tele entra em modo descanso, o sistema é desligado, tendo que estar este sempre ligado, o que piora a duração da bateria
Ah...outro pormenor que salta à vista é a falta de tecto no monorail.
Foi propositado.
1º porque não tinha espaço em casa para montar a pista e experimentar, daí o não ter tecto facilitaria qualquer assistência durante a exposição (não foi necessário, trabalhou perfeitamente)
2º porque achei a bateria aquecer demasiado durante os poucos testes que fiz. Cheguei à conclusão que não é defeito da bateria, é mesmo (mau) feitio


