Uma fonte de alimentação variável com uma saíde de até 3A, ajustada para um pouco acima dos 9V:
Ligada aos contactos do Hub Technic:
por intermédio de um adaptador jack 5.5x2.5 mm => crocodilos:
3A é overkill mas se quiser ligar mais alguma coisa (está no roadmap) posso usar um cabo splitter, tenho 1-para-2 e 1-para-4 e de onde estes vieram (Mauser) ainda existem 1-para-8
Agora estou a... carregar pilhas AAA (sic) para o controlo remoto para tentar controlar isto á distância.
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»
O disco de vinyl pode ser colocado directamente sobre a platter, sendo utilizdao um separador cilindrico Technic 1L para garantir que o disco fica centrado:
Por cima do disco ponho um boneco de DJ com o pinguim do linux e o logo do ev3dev (se algum dia o encontrar no meio da confusão, caiu há dias). Agora é meramente decorativo mas no passado pus alguns bricks mais para aumentar o peso, é um dos truques usados quando os discos estão empenados ou a platter não tem massa inercial suficente e por isso o wow é mau.
Com o reforço de sutds de borracha (post anterior) a qualidade de som tem sido boa. Mas antes disso colcava um slipmat por cima:
ajuda a nivelar o disco (o que já não é necessário) e ajuda a escorregar (slip) quando se quer fazer scratches de DJ (a alternativa é por uma folha de papel vegetal ou papel manteiga)
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»
Com pequenas alterações em relação ao último post (essencialmente no suporte do braço e no contra-peso) mais a adição de um descanso para o braço quando não em uso, eis o gira-discos ao vivo na Oeiras BRInCKa 2026 no passado fim de semana:
A plataforma giratória tem agora 52 studs de "diametro" (é um octagono irregular mas nos extremos é isto) e o braço tem cerca de 90 studs de comprimento dos quais 20 ficam por cima do disco (ou seja, em termos parvos, isto ocupa 52x70). A altura máxima (do suporte do braço com o braço colocado) nunca me lembrei de medir mas deve andar entre os 40 e os 50 bricks.
Foi o meu MOC mais apelativo neste evento. Despertou curiosidade entre os mais novos (poucos sabiam o que era um gira-discos) e muita admiração nos mais velhos (que sabiam e não acreditavam que o som viesse dali).
Também gerou muita admiração nos momentos em que "puxei" pelo volume, sobretudo antes da abertura do evento e no momento de encerramento (quando pus o Thunderstruck dos AC/DC quase no máximo). A coluna não é nenhuma maravilha mas levando a mesa de mistura quase ao máximo e a coluna ao máximo, já com alguma distorção, enchia bem o pavilhão. Talvez no futuro venha a investir numa melhorzita
Um agradecimento a quem me incentivou a passar discos. Fui passando aqui e ali um vinyl dos anos 80 onde o Blue Monday dos New Order chamava a atenção, Jean-Michel Jarre, Kraftwerk, Rammstein, AC/DC, Mike Knopfler / Dire Straits, muito ocasionalmente B-52 e na reta final The Clash. Acho que ainda vou investir em R.E.M. e The Cure para um próximo evento. E quem sabe Richard Wagner com a Cavalgada das Valquirias e os Nibelungos para não virem com histórias de direitos de autor
Ainda lancei um desafio no Face da PLUG para trazerem vinis que eu passava mas não resultou. Acho que a malta não acreditou no potencial deste MOC. Fica para a próxima, quando levar a máquina de bolhas de sabão, os projectores de UV e as faíscas. Feuer frei, bang bang!!!!
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»