Pôça, que brutalidade!
O saber que números colocar em cada casa ainda deve ter sido o menos, com o batatorro de algoritmos de todos os sabores que há-de haver por aí... O que me impressiona é a precisão que o autor conseguiu com um mecanismo aparentemente tão simples, a resolução que conseguiu atingir com o sensor de luz, a "cavalagem" de software para reconhecer os números a partir das digitalizações, a opção de usar um mecanismo angular em vez de linear para o movimento lateral do braço, e conseguir juntar tudo isto num robot feito com peças de LEGO.
Usando o jargão "de bairro": Respeito, meu. Respeito.
