Daqui a uns dia espero mostrar-vos algo mais elaborado e documentado, com Mindstorms EV3 em vez de um PC. A ideia é o EV3 contabilizar pontos (toques de espada no peitoral) e por exemplo atribuir a vitória ao primeiro jogador com 10 pontos.
Como sempre, sugestões e críticas são bem vindas.
Última edição por CyberX em 06 jul 2015, 23:50, editado 1 vez no total.
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»
Arranjo para todos os que quiserem mas infelizmente a versão final não vai ficar barata, um EV3 custa uns €200, o Makey Makey €55 e um frasco de tinta condutora uns €23.
A montagem em si é bastante simples e eu vou disponibilizar instruções detalhadas a pensar em adolescentes/oficinas escolares. Por isso quem quiser pode comprar em lojas online e montar por si para funcionar com um PC, sempre sai um pouco mais barato - e este vai ser dos meus raros projectos que funciona também em Windows por isso se alguém tiver um Magalhões que ainda funcione deve dar (provavelmente Macs tb mas não tenho para testar).
A tinta condutora, quem tiver paciência, pode ser feita com pó de carvão de lápis, sempre se poupam uns euros.
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»
Mas uma vez que uso apenas 2 contactos penso que é possível dispensar o Makey Makey e fazer uma ligação directa ao Mindstorms, usando as minifigs como sensores de toque. Depois hei-de aprofundar melhor essa ideia, se estiver certo é possível usar com EV3, NXT e até mesmo RCX (e agora arranjam-se RCX por cerca de 20 EUR).
E também é possível usar um Raspberry Pi, custa apenas uns 40 EUR. Também vou considerar.
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»
Primeira versão funcional... mas alguma coisa não deve estar bem que o meu miúdo ganha-me sempre
Próximos passos:
- disfarçar a cablagem, sobretudo a parte de contacto nas minifigs
- reforçar a fixação à base das minifigs... caem no meio do combate... kragle ou massa adesiva é muito tentador, algumas ideias menos radicais e mais inteligentes?
- melhorar o código, dar voz ao árbitro...
- pedir à marida para fazer fotos e video decentes e focar-me para tentar ganhar ao menos um jogo
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»
A minifig já se mantém mais firme no bastão e o elástico (à semelhança do sistema dos guarda-redes) impede a minifig de tombar para os lados (mas falta arranjar uma forma melhor de impedir que o elástico fuja).
Nas fotos não há ainda ligação da espada e da armadura à ficha LEGO 9V mas não será difícil com pequenos pedaços de fio eléctrico soldados aos contactos da ficha e colados à espada/armadura com algum tipo de cola condutora (nem que seja a própria tinta condutora às carradas).
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»
Lamento refriar entusiasmos mas a experiência de jogo não é grande coisa. Em parte porque as minifigs são idênticas e por isso se estiverem articuladas na mesma posição o resultado é quase sempre o mesmo. Talvez se o jogo se desenrolar por varios sets e entre cada set se permita mudar a posição das minifigs a coisa melhore.
Outra hipótese é as minifigs não serem idênticas mas isso obriga-me a ter uma catrafada de armaduras e armas pintadas com tinta condutora e arranjar uma forma as ligar de forma não permanente à ficha LEGO 9V. Como não quero usar os crocodilos do Makey Makey (são muito grandes, acho que fica feio) tinha que arranjar um tipo qualquer de micro-plugs, talvez micro-bananas.
Esta é ainda assim a melhor hipótese, permitia aos jogadores costumizar o seu guerreiro um pouco à maneira dos Ninjago Spinjitzu e dos Beyblades.
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»
Afinal não preciso de micro-plugs, as fichas LEGO 9V servem perfeitamente. Embora ao preço que andam os cabos de 9V no Bricklink qualquer dia mais vale usar apenas Power Functions.
Numa próxima revisão acho que vou usar um ficha para a armadura e outra ficha para a espada, ligando cada uma apenas a um contacto (por exemplo as espadas usariam o positivo e as armaduras o negativo). Assim podiam-se trocar apenas as armaduras ou apenas as espadas.
Na próxima revisão vou também lembrar-me de medir os cabos antes de os colar, para não ter aquele caracol de cabo nas costas do guerreiro.
Usei a própria tinta condutora como cola mas não me inspira muita confiança, talvez cubra com verniz acrílico incolor para proteger.
Jorge Pereira «De génio, criança e louco... porquê só 1 pouco?»