[quote="AVCampos"]
Nalguns casos, como no Marquês de Pombal e na Alameda, não havia "segunda estação", portanto a interface teve de ser feita "às cavalitas" da estação existente e das construções que já havia;
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Pois, mas não foi feita "às cavalitas" mas sim a uma distância estupidamente distante, de forma a "terem desculpa" para lá meterem as lojas... não nos tomem por parvo!

Se a linha lá passa também a estação lá podia estar! E quem conhece a gare "verde" da Alameda, basta olhar para "sul" para ver onde a outra linha passa... era só uma escada...! Mas nãããão...temos que precorrer 300m de galerias comerciais e subir/descer 3 vãos de escadas e uma rampa!
[quote="AVCampos"]
por exemplo, fala-se que houve umas divergências acerca da extensão da linha vermelha para S. Sebastião, por causa de passar por baixo do Técnico e dos seus laboratórios com aparelhos sensíveis.
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Isso é outra história... e nada tem a haver com a localização dos interfaces multimodais... Mas também é um facto, isso é.
[quote="AVCampos"]
Baixa-Chiado e Campo Grande foram feitas de raiz, portanto puderam ser bem feitas.
Quanto a Entrecampos, não sei o que apareceu primeiro...

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Em todos os casos (Rossio/Restauradores, Areeiro, Entrecampos e Sete Rios/Laranjeiras) foi o comboio que apareceu primeiro. Nem no Cais do Sodré se poupou a subidas/descidas/plataformas intermédias... mas aí a localização perto do rio pode ter tido a sua influência.
O problema já é antigo em Lisboa: os transportes sempre tiveram de costas voltadas uns para os outros: comboios, autocarros, eléctricos e metro, em vez de trabalharem para o bem comum, cada um "olha para o seu umbigo"... o Restultado está à vista: 3 estações terminais (Rossio, Cais do Sodré e St.Apolónia) num espaço tão curto, estações "cada um para o seu lado", carreiras coincidentes e não complementares entre diferentes transportes...
Tudo isso levou à revolta das pessoas, que no meio de tanta confusão, resignam-se a andar de carro porque as chatices e confusões e desajustamentos levam até ao mais paciente à loucura!
Agora até querem acabar com o trânsito na baixa... ACHO MUITO BEM!...
MAS... só depois de:
- Todos os transportes de Lisboa passarem a ter um bilhete ÚNICO, com um tempo de validação pré-estabelecido (como a Carris já tem), que dará para QUALQUER transporte urbano. Comboios dentro do perímetro urbano incluídos! (à semelhança de outras cidades europeias).
- Existir uma infra-estrutura para que a bicicleta passe a ser uma alternativa/complemento viável ao metro/CP/autocarros, onde também possa ser utilizada (mais uma vez, à semelhança de outras cidades europeias);
- Toda a administração local (inclusivé ministros, secretários de estado, etc) deixarem o seu "carro do estado" e passar a dar o exemplo aos demais concidadãos (e ainda por cima poupam imenso no carro e motorista);
- entre outras, tais como: acabar com os prédios devolutos na baixa e populá-los com residências de estudantes que não precisam de carro para ir para as suas universidades, etc etc...

é preciso é vontade!
[quote="AVCampos"]
E já agora, o que é o SATU?

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Tive o cuidado de deixar uma ligação à Wikipedia para ajudar

[quote="Ribatagus"]
Queixam-se que o
SATU está vazio...
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